“E quando ele sorria, era como se todos os pedacinhos do meu coração partido se encaixassem, era como se faíscas brilhantes voassem pelo ar, como se nuvens de chuva inundassem e enchessem minha alma constantemente vazia. Aquele sorriso era de uma simplicidade tão grande, acompanhada de tamanha beleza e encanto, que seria eu capaz de repeti-lo e repeti-lo e repeti-lo em minha mente durante todo o tempo, mesmo sabendo que a lembrança jamais se compararia à uma nova visão. Era por isso que eu salvava as fotos, guardava os textos, e continuava a ler, a ler, a ler, até que meu coração se enchesse de borboletas e de sorrisos que escapassem dos meus lábios, de um jeito bem torto. E então toda aquela magia e o encanto continuavam as faíscas não cessavam e me faltavam o ar e as vírgulas assim desse jeito todo estranho que só ele sabia me fazer sentir. Bastava ele sorrir, que meu coração parava de bater e voltava com toda a força em um milésimo de segundo depois. Tudo por aquele sorriso brilhante, capaz de iluminar uma cidade inteira. Tudo por aquelas palavras que brilhavam na escuridão daqueles olhos.”
O momento que você ouve alguma coisa que te interessa e depois fica prestando atenção na conversa:
(Source: justtobemyself)







